TABAJARA ROSA

Filho de músico. Seu pai, José Benedito da Rosa, foi regente e instrumentista, com composições variadas e grandes amigos no meio musical. Tabajara Rosa iniciou carreira musical como violonista de grupo de congada, depois tocou em quermesses e bailes. Na década de 1960, no contato com Osvaldinho da Cuíca conhece a fundo as manifestações afro-brasileiras; e se aproxima das escolas de samba de São Paulo, seus sambistas e baluartes.
Em 1973 compõe a música “Direitos” que, 10 anos depois, é inscrita em um grande Festival de MPB – o “MPB Shell” – de 1973 trata se de uma obra de vanguarda, não classificada na ocasião, mas com letra bastante atual, pois já se referia a inversão dos direitos já naquela época.

Nesse mesmo período inicia-se uma história de parceria com Ronaldo Camilo (Músico, Compositor, Arranjador, Professor de Música), ainda bastante jovem na época, com o qual em uma bonita afinidade cultura e musical, rendeu as composições das belas canções “Livre“, “Corre Menino“, “Tributo ao Guerreiro“, “Cântico da Rosa” e “Carta ao Mar“, canções que viriam compor o seu primeiro disco anos depois.

Honrado em ser apresentado à Luiz Carlos da Vila, compôs “À Fina Flor do Samba” (Tabajara Rosa / Luiz Carlos da Vila / Ronaldo Camilo / Pezão de Itaquera) em sua homenagem e, por último, “Palavras Cruzadas” junto com esse ícone do samba carioca.

Entre seus estudos, passa a ter aulas de harmonia por um curto período de tempo com o mestre Luciano Machado estabelecendo uma relação de grande admiração e carinho.

Seus trabalhos como compositor ficam estacionados por um tempo e, levado por Madá (Tias Baianas Paulistas) é apresentado ao saudoso “Valtinho das Baianas” que o incentiva voltar a compor e o reconecta aos companheiros de outrora – Osvaldinho da Cuíca, Gilson Nunes, Benedito Justino (Nenê da Vila Matilde), Mestre Lagrila, Seu Carlão (Peruche) e Denise Camargo – retomando o processo de composições e sua participação efetiva na Cultura Sambística de São Paulo. – Encontros que cruzam essas estradas, essas histórias, conjugando os três tempos verbais dessa vertente, unindo com muita beleza diferentes gerações.

Tabajara Rosa

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